A CURA ESPIRITUAL DO HOMEM

Vimos até aqui que já está ocorrendo um julgamento e este está sobre a representação física da casa de Deus no mundo, sobre as igrejas visíveis.

Vimos que este julgamento é o “efeito” da Lei de Deus quando duas coisas acontecem: Deus retira de Sua Graça da mente dos que estão sob efeito das pragas, e também Satanás não mais tem poder sob estas mentes fazendo-as acreditar suas mentiras.

O efeito assim da Lei de Deus provoca pensamentos de tal forma destrutivos nestas mentes que acelera também a destruição do próprio corpo destas pessoas. A morte chega acelerada.

Vimos que a Lei de Deus é o próprio Deus. E portanto a Lei de Deus é o “fogo” espiritual que faz “queimar”, é o “agente” pelo qual a natureza humana e seu coração corrupto ficam em evidência nas mentes sob julgamento, provocando toda espécie de desconforto mental que são os pensamentos destrutivos que surgem, sem esperanças, chamados na Bíblia de “cinzas”, pois Deus é um “fogo consumidor”.

Agora vamos entender o que significam o que Deus chama de “pragas” nas Escrituras, espiritualmente, pois o que temos como uma “doença” espiritual é o “efeito” que estas “pragas” provocam na mente dos homens. Vamos estudar esta passagem de Atos dos Apóstolos.

Atos 24:
1 E, cinco dias depois, o sumo sacerdote Ananias desceu com os anciãos, e um certo Tértulo, orador, os quais compareceram perante o presidente contra Paulo.
2 E, sendo chamado, Tértulo começou a acusá-lo, dizendo: Visto como por ti temos tanta paz e por tua prudência se fazem a este povo muitos e louváveis serviços,
3 Sempre e em todo o lugar, ó potentíssimo Félix, com todo o agradecimento o queremos reconhecer.
4 Mas, para que não te detenha muito, rogo-te que, conforme a tua eqüidade, nos ouças por pouco tempo.
5 Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo; e o principal defensor da seita dos nazarenos;

Tértulo está acusando Paulo de ser uma “peste” e logo na sequência ele explica o que quer dizer com “peste” ao dizer que Paulo “espalhava” doutrinas ruins que por sua vez provocavam “tumultos”, “revoltas”.

Mas devemos perceber que Tértulo usou essa “praga” para descrever o EFEITO que a doutrina de Paulo provocava nas mentes das pessoas que o ouviam, e não dizendo que Paulo tinha alguma doença física.

A “peste” foi o “elemento” do mundo escolhido por Tértulo para descrever simbolicamente o que as doutrinas de Paulo provocavam nas mentes das pessoas e como isto se espalhava rápido.

Também naquela época se faziam comparações entre coisas do mundo para descrever algum tipo de pensamento ou coisas da mente. Nesse caso, uma “peste” foi utilizada para dizer que um dado conjunto de doutrinas destruía os bons pensamentos e se espalhava em outras mentes rapidamente. E sabemos que “peste” é doença que se espalha rápido, e com isso o fariseu estava dizendo que os pensamentos ou doutrinas de Paulo se espalhavam rápido.

PRAGAS BÍBLICAS SÃO ILUSTRAÇÕES QUE DESCREVEM O QUE ACONTECE  NA MENTE DO HOMEM, COM A “QUALIDADE” DOS PENSAMENTOS DAS PESSOAS COMPARADO COM O PADRÃO DIVINO DE “QUALIDADE”. 

Até os judeus incrédulos da época compreendiam esta comunicação espiritual que estou explicando, pela analogia que eles fizeram entre a praga “peste”, e o que Paulo provocava por onde passava. É inconcebível acreditar que Paulo distribuía “peste física” ou “doença física”.

Vamos estudar agora uma outra passagem:

2Crônicas 7:
11 Assim Salomão acabou a casa do SENHOR, e a casa do rei, e tudo quanto Salomão intentou fazer na casa do SENHOR e na sua casa prosperamente o efetuou.
12 E o SENHOR apareceu de noite a Salomão, e disse-lhe: Ouvi a tua oração, e escolhi para mim este lugar para casa de sacrifício.
13 Se eu fechar os céus, e não houver chuva; ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra; ou se enviar a peste entre o meu povo;
14 E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
15 Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar.
16 Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias.

Esta é a mais importante passagem na Bíblia para todos os que ainda frequentam igrejas no mundo. Não fosse ela, não haveria mais esperança.

Compreendida junto com as outras passagens mencionadas nas postagens da TAG “Ainda há esperança” encontrada na caixa lateral do blog, poderá levar várias almas a saberem o que está acontecendo com elas e, em estado de humildade, estas pessoas virem a atender o que esta passagem exige, para então quem sabe Deus se compadecer e dar de Suas misericórdias também a estas. Vamos estudar com muita atenção.

A passagem trata de uma promessa de Deus, portanto, algo imutável e eterno. Deus diz que poderia enviar pragas ao Seu povo e se isso ocorresse e o povo se voltasse a Ele, se arrependendo e buscando a “face” dEle, ou seja, buscasse a Verdade absoluta, o Evangelho, ou ainda estes ensinos que este blog trás, então Deus perdoaria os seus pecados, estando Ele prestando atenção nestas pessoas.

Assim, podemos concluir que as pragas prometidas em Apocalipse 18:4, as que foram enviadas, obviamente estão relacionadas com estas pragas prometidas, mas aqui sendo garantida ainda a salvação para os que nos dias de hoje viessem de fato e sinceramente se arrependerem. Vamos buscar compreender várias “metáforas” da passagem.

O que é “chuva” espiritual? Sabemos que a chuva no mundo é a “água” das “nuvens” que cai do “céu”. Espiritualmente, “água” é o Evangelho, são verdades absolutas. “Nuvens” são linhas de pensamentos que fluem numa mente, e “céu” é o ambiente espiritual onde está a Verdade absoluta, todo o conhecimento de Deus.

Por isso, quando Deus fala que em mandar “chuva” espiritual, Ele na Verdade está se referindo ao Espírito Santo de Deus, o agente organizador que “nutre” a alma humana com motivos corretos e organização de conhecimentos (água) para que estes que recebem estas “chuvas” possam ver fluir bons pensamentos ou “dar seus frutos”.

A primeira ameaça de Deus então de fazer parar de chover, é retirar do Seu Santo Espírito da terra. Nos nossos dias significa retirar o Seu Santo Espírito de dentro das mentes dos que frequentam igrejas visíveis no mundo, não mais permitindo que haja salvação para estes.

Sem chuva? …. sem pão/trigo, sem azeite, sem vinho, sem figo , sem gado (tudo espiritual, claro), SEM COMIDA…. surge a fome (espiritual), ou uma mente pensando a esmo, sem rumo, sem “substância”, normalmente ansiosa, impossível de se satisfazer. “Vazio” no estômago, ou seja, “vazio” na mente.

A segunda ameaça é sobre enviar “gafanhotos” que consumam a “terra”.

O que fazem gafanhotos no mundo físico? Devoram plantas. E plantas representam espiritualmente o quê no Evangelho? “Linhas de pensamentos” fluídas e construídas sobre as doutrinas do “Evangelho”.

A “Árvore da Vida”, que é Cristo, tem “folhas”. Estas “folhas” são as linhas de pensamentos corretas formuladas pelas milhares de doutrinas do Evangelho, formadas pelos significados de cada passagem da Bíblia que, com a “água” do Espírito de Cristo, ganham VIDA, e formam as linhas de pensamentos que alimentam as mentes que desta Árvore podem se aproximar. Que lindo!

Com isso passamos a poder compreender  o terrível significado do que significa a praga “gafanhotos”. É a figura do que representa a retirada do dom que Deus dá a toda criatura de organizar seus pensamentos de tal forma e num certo grau, que estas mentes apresentem “discernimento” sobre as situações que vão se apresentando ao longo da vida, e de tal forma a terem pensamentos alinhados com a Verdade absoluta, com a Verdade que dá esperança e paz a estas mentes.

Quando Deus retira da capacidade de se compreender as coisas como elas realmente são, é como se a mente apenas processasse pensamentos destrutivos, pensamentos que tendem a tirar o entusiasmo, a vontade de se seguir em frente e atrás de objetivos planejados e que levem de fato pessoas até um lugar tranquilo e seguro (aprisco de Cristo).

Gafanhotos agindo numa mente é como “perder o GPS mental”, ou perder a linha de pensamentos que realmente levam a mente a sentir paz e segurança. Gafanhotos destroem todo o acesso às doutrinas de Cristo, acesso às promessas, Fé nestas promessas. É algo terrível!

A terceira ameaça é a “peste” que vimos em Atos 24 logo acima o fariseu Tértulo se fazendo usar deste princípio. “Peste” no mundo é algo que mata rápido e se espalha muito rápido também. Portanto é também muito terrível.

Como aprendemos com Tértulo, linhas de pensamentos formulados com doutrinas erradas ou falsas são como uma “peste”, ou seja, matam e se espalham rápido. Obviamente em Atos 24 está sendo ensinado também que as definições do Evangelho são utilizadas pelos ímpios e hipócritas para atacarem o povo de Deus, e isso é o que mais se vê dentro de igrejas hoje em dia.

Os que estão com suas mentes sob as pragas prometidas aos que permanecerem dentro de igrejas e lugares onde se adoram (acreditam) outros deuses (conjuntos de Verdades absolutas/Leis), usam dos próprios princípios de Deus para acusar os verdadeiros tementes à Deus. Interessante a passagem de Atos 24, pois ela ensina isso também.

Como exemplo, se você que lê estas linhas é um líder e/ou frequentador de igreja ou centro espírita qualquer, ou ainda templo budista, meca, sinagoga, ou qualquer outra coisa usa deste princípio ensinado por Tértulo para se esconder dentro da sua mente miserável, ou seja, acusa este que lhe escreve se utilizando dos próprios ensinos que lhes trago. Realmente interessante Atos 24.

Mas continuando, “peste” em 2Crônicas 7:13 é algo tão devastador quanto “gafanhotos”… a peste porém tem um agravante… ela faz desaparecer a “vida” mais devagar e “judiando” também de todos em volta que não estejam protegidos diretamente por Deus ou ainda por um dos Seus Filhos (oração, intercessão).

Assim, para a peste espiritual devemos compreender como a perda da capacidade de ter pensamentos corretos e verdadeiros, e influenciando destrutivamente a mente dos que estão próximos com idéias erradas e mentirosas, espalhando assim a crença em “paranoias”, mentiras, “medos”, “angústias”, “aflições”, espalhando a doença espiritual que acelera de sobremaneira a morte também física da pessoa.

Agora, em 2Crônicas 7:14 podemos compreender que a palavra “terra” é o local na mente que temos formada a nossa cosmovisão de crenças. Temos uma estrutura de pensamentos que respondem perguntas relacionadas a nossa existência, a nossa relação com o mundo para o que inclusive estabelecemos como certo e errado, e a isto podemos chamar de “terra + casa “.

Se sabemos e acreditamos “mentiras”, então estamos construindo “casa” em cima da areia.

Mateus 7:
24 Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
26 E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia;
27 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.

Os que estão em Cristo, creem/pensam de acordo com as Escrituras, e portanto estão em cima da “rocha”, não sofrendo ação das “intempéries espirituais” (terremotos/dúvidas) que agem na mente dos que não creem, como as reações frente a qualquer situação mais difícil que a vida apresenta como doenças, mortes, perdas de emprego, de saúde, de marido/esposa/namorado(a), da juventude, etc, assim que surgem em suas vidas.

Temos assim que “terra” está associada com a rigidez e absolutismos do que cremos em comparação com o que realmente “é”. Se alinhados o que cremos com o que realmente “é”, então a terra e a construção são firmes e resistentes a “terremotos”, terras boas para se plantar e colher bons frutos, ou seja, construir bons pensamentos.

“Terra” espiritualmente significa a base onde se estabelece um conjunto de conhecimentos e doutrinas que se acredita e se utiliza na construção dos pensamentos.

Agora podemos analisar a passagem de 2Crônicas 7 da maneira como Deus deseja que Seus Filhos façam:

2Crônicas 7:
11 Assim Salomão acabou a casa do SENHOR, e a casa do rei, e tudo quanto Salomão intentou fazer na casa do SENHOR e na sua casa prosperamente o efetuou.
12 E o SENHOR apareceu de noite a Salomão, e disse-lhe: Ouvi a tua oração, e escolhi para mim este lugar para casa de sacrifício.
13 Se eu fechar os céus, e não houver chuva; ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra; ou se enviar a peste entre o meu povo;
14 E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
15 Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar.
16 Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias.

Deus nos conta qual o seu plano para a construção do Seu Templo Espiritual. Devemos compreender que Salomão havia acabado de construir o Templo físico e visível, mas Deus lhe fala como se fosse começar a construir naquele momento.

Assim, espiritualmente devemos compreender Salomão como sendo a figura de Cristo. Deus então conta como isso viria a acontecer a salvação do Seu povo.

Ele iria entregar às mentes de todos os que se dizem “cristãos” (povo de Deus), primeiramente as “pragas” como a “peste” e os “gafanhotos”, além de retirar de Sua Graça (discernimento e fé), para que estes, mesmo que em graus diferentes, viessem a sentir o que significa estar com seus pensamentos sem o discernimento e sem a vida que são as Verdades do Evangelho (distribuídas a todos os homens desde o nascimento).

Pelos sofrimentos provocados por tão angustiantes pensamentos, Deus então “quebra” a soberba e arrogância do Seu povo, e o faz orar e clamar por Sua ajuda, onde Ele então promete que ouvirá a todos que assim fizerem, ou seja, ouvirá a todos os que clamarem por misericórdia.

Aí está, nesta passagem de Crônicas, o perfeito Evangelho, sendo inclusive explicado o modelo de salvação que Deus utiliza. Que lindo!

Assim,  você que Deus trouxe até aqui, e que leu estas linhas até o fim, saiba que Deus é infinito em misericórdia, e que caso você esteja sofrendo em sua mente com pensamentos destrutivos, sentindo tristezas e angustias, medos e aflições de espírito, você primeiramente deve atender o mais importante neste momento:

Se estiver frequentando algum lugar como uma igreja, ou centro espírita ou umbanda/candomblé, centro budista, sinagoga, meca ou qualquer lugar onde haja estrutura  na condução do aprendizado e adoração ao que entendem como sendo o Deus criador do Universo, SAIA IMEDIATAMENTE DESTE LUGAR.

Se não sair, não há de forma alguma salvação, pois jamais o Espírito Santo de Deus, a energia celestial única para organizar a mente e os conhecimentos de forma a gerar pensamentos que tragam paz e esperança, jamais este Espírito de Deus estará nestes lugares, mesmo que esteve em algum momento no passado. Estudem para compreender isso Hebreus 6:4-6 e Hebreus 10:25-30, considerando que é sobre a igreja visível que estes versículos se referem.

Ao sair destes lugares, passem a clamar por misericórdia, a pedirem por salvação. Deus não deixa de cumprir com suas promessas. Ele gosta de um coração constrito e de um espírito quebrantado.

Leiam este Salmo em oração, fervorosamente e aguardem!

Salmo 39:
1 EU disse: Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua; guardarei a boca com um freio, enquanto o ímpio estiver diante de mim.
2 Com o silêncio fiquei mudo; calava-me mesmo acerca do bem, e a minha dor se agravou.
3 Esquentou-se-me o coração dentro de mim; enquanto eu meditava se acendeu um fogo; então falei com a minha língua:
4 Faze-me conhecer, SENHOR, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.
5 Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Selá/pausa para refletir.)
6 Na verdade, todo homem anda numa vã aparência; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas, e não sabem quem as levará.
7 Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio dos loucos.
9 Emudeci; não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.
10 Tira de sobre mim a tua praga; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
11 Quando castigas o homem, com repreensões por causa da iniqüidade, fazes com que a sua beleza se consuma como a traça; assim todo homem é vaidade. (Selá.)
12 Ouve, SENHOR, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou um estrangeiro contigo e peregrino, como todos os meus pais.
13 Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá, e não seja mais.

E passem a atender esta importante recomendação:

Lamentações de Jeremias 3:
26 Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do SENHOR.

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